Na sede do Centro Espacial Johnson, Harold White e outros engenheiros da Nasa vêm redesenhando diversos instrumentos --um laser, uma câmera e pequenos espelhos-- com o objetivo de usá-los para distorcer a trajetória de um fóton, alterando a distância que ele percorre em determinada área.
Tralhando em um laboratório imune a vibrações, construído especialmente para esse fim, a equipe está tentando determinar se uma viagem mais rápida do que a luz poderia ser possível. Dobra espacial. Como em "Star Trek".
"O espaço vem se expandindo desde o Big Bang, há 13,7 bilhões de anos", disse White, 43, físico e engenheiro de propulsão avançada que dirige o projeto de pesquisa. "Sabemos, ao examinar alguns modelos cosmológicos, que houve períodos iniciais do Universo em que ocorreu uma inflação explosiva, onde dois pontos teriam se afastado mutuamente a velocidades muito elevadas."
"A natureza é capaz de fazer isso. Então a pergunta é se podemos fazer o mesmo."
"Não excederás a velocidade da luz", postulou Einstein, o que basicamente significa impor um limite galáctico de velocidade.
Mas, em 1994, o cientista mexicano Miguel Alcubierre teorizou que velocidades superiores à da luz seriam possíveis sem contradizer Einstein.
A teoria de Alcubierre envolvia o aproveitamento da expansão e da contração do espaço. Sob essa hipótese, uma nave continuaria sem poder exceder a velocidade da luz numa região específica do espaço. Mas um sistema teórico de propulsão que ele esboçou manipulava o espaço-tempo ao gerar uma "bolha de dobra" que expandiria o espaço num lado da nave e o contrairia no lado oposto.
"Dessa forma, a nave espacial será empurrada pelo próprio espaço-tempo para longe da Terra e puxada na direção de uma estrela distante", escreveu ele.
Mas o estudo de Alcubierre era puramente teórico e sugeria obstáculos intransponíveis. Ele dependia, entre outras coisas, de enormes quantidades de um tipo de "matéria exótica" que violasse as leis típicas da física.
White acredita que os avanços obtidos por ele e por outros tornaram menos implausível o conceito de dobra espacial. Entre outras coisas, ele redesenhou a nave espacial teórica capaz de viajar nessas dobras --e em especial o anel ao seu redor, que é crucial para o sistema de propulsão-- de uma forma que ele acredita que reduziria grandemente as exigências energéticas.
Ele se apressa em apresentar ressalvas, dizendo que sua pesquisa está apenas tentando provar que uma microscópica bolha de dobra pode ser detectada em um laboratório. "Não estamos atrelando isso a uma nave espacial."
Teoricamente, uma dobra espacial poderia reduzir o tempo de viagens interestelares de dezenas de milhares de anos para semanas.
"Minha opinião pessoal é de que essa ideia ainda é maluca", disse Edwin Taylor, ex-editor da revista "The American Journal of Physics" e pesquisador sênior do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. "Confira comigo daqui a alguns séculos."
Mas o físico Richard Obousy, presidente da ONG Icarus Interstellar, composta por voluntários que colaboram no projeto de uma nave espacial, disse que não se trata de um simples devaneio. "Tendemos a superestimar o que podemos fazer em curtas escalas de tempo, mas acho que subestimamos enormemente o que podemos fazer em escalas temporais mais prolongadas", disse ele sobre o trabalho de White, que é seu amigo e colaborador da Icarus.
O astrofísico Neil deGrasse Tyson, do Museu Americano de História Natural, disse que a viabilidade das viagens interestelares dependeria de algum salto para além da nossa atual tecnologia.
"Na minha leitura", disse ele, "a ideia de uma dobra espacial que funcione continua sendo inconcebível, mas o importante é que as pessoas estão pensando a respeito -lembrando a todos nós que a ânsia por
domingo, 8 de setembro de 2013
Superterra tem atmosfera rica em água, diz estudo
Um grupo de astrônomos diz ter detectado a assinatura da atmosfera de um planeta que não tem análogo no Sistema Solar. E ela seria rica em água.
O trabalho foi liderado por Norio Narita, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, e usou dois instrumentos do Telescópio Subaru para investigar uma superterra ao redor da estrela anã vermelha GJ 1214, localizada a 40 anos-luz da Terra. Infelizmente, esse mundo é quente demais para abrigar vida.
As superterras são planetas com tamanho intermediário entre os menores gigantes gasosos do Sistema Solar (Urano e Netuno) e os maiores planetas rochosos (Terra e Vênus).
Como não há correspondente em nosso sistema planetário, os astrônomos têm vários modelos de como podem ser esses mundos. Agora, com essa nova observação, eles parecem ter mais segurança de que não se trata de uma versão em miniatura de Netuno.
"Se fosse igual ao nosso Netuno deveria ter mais hidrogênio", afirma Cássio Leandro Barbosa, astrônomo da Univap (Universidade do Vale do Paraíba) que não se envolveu com a pesquisa.

TRÂNSITO
Os pesquisadores têm a chance de analisar a atmosfera do planeta porque ele passa à frente de sua estrela periodicamente, num fenômeno conhecido como trânsito.
A luz da estrela, ao passar de raspão pelo invólucro gasoso daquele mundo, carrega sua "assinatura", que pode ser analisada pelos cientistas.
Contudo, não é fácil distinguir suas particularidades. O que os cientistas conseguiram ver é que não ocorre um espalhamento da luz que seria esperado se a atmosfera fosse rica em hidrogênio.
Sobra, portanto, o modelo que se apoia na grande presença de água. Mas os dados ainda não sugerem isso com absoluta confiança.
Por isso, os pesquisadores pretendem continuar observando, na esperança de obter mais medições que confirmem essa conclusão. O trabalho foi publicado no "Atrophysical Journal".
Robô japonês pronuncia as primeiras palavras no espaço
Kirobo, um pequeno robô japonês enviado à Estação Espacial Internacional (ISS) para fazer companhia a um astronauta nipônico, pronunciou as primeiras palavras de um robô no espaço, anunciaram os criadores do androide.
"Em 21 de agosto de 2013, um robô deu um pequeno passo para um futuro melhor para todo o mundo", disse Kirobo em uma frase que recorda a pronunciada por Neil Armstrong na Lua em 1969.

Na quarta-feira foram exibidas pela primeira vez as imagens de Kirobo no espaço, durante uma reunião do Comitê Olímpico Internacional (COI) em Buenos Aires.
Kirobo chegou à ISS no mês passado com 5,4 toneladas de material e mantimentos para os tripulantes.
Idealizado pelo especialista em robótica Tomotaka Takahashi e desenvolvido por cientistas da Universidade de Tóquio, da Toyota, da Agência de Exploração Espacial (Jaxa) e do grupo publicitário Dentsu, o pequeno Kirobo conversará com naturalidade, em japonês, com o astronauta nipônico Koichi Wakata, que chegará à ISS no fim do ano.
O androide, de 34 centímetros de altura e quase um quilo, caminha, reconhece rostos e registra imagens.
O objetivo do projeto Kirobo é estudar em que medida um robô de companhia pode dar apoio moral a pessoas isoladas durante longo período.
Nasa lança sonda que estudará o crepúsculo lunar
Cápsula 'Ladee' vai determinar se há pó lunar no alto da atmosfera da Lua.
Sonda também vai testar comunicação por laser.

A Nasa lançou na madrugada deste sábado (7), a partir de uma ilha no litoral da Virgínia, nos Estados Unidos, uma cápsula robótica que orbitará a Lua para resolver um mistério de cinco décadas: os crepúsculos lunares.
A sonda chamada Explorador de Atmosfera e Ambiente de Pó Lunar (Ladee, na sigla em inglês) tem o tamanho de um automóvel compacto, pesa 383 kg e partiu segundo o programado às 0h27 (horário de Brasília) desde a instalação da Nasa em Wallops Island, acoplada em um foguete Minotaur V, usado pela primeira vez para este tipo de missões.
O veículo espacial traçou um arco iluminado de sudeste a nordeste, visível da Carolina do Norte até o Maine, e sete minutos depois se separou do segmento propulsor principal fazendo sua travessia rumo à órbita lunar.
Os cientistas querem determinar se o pó lunar carregado eletricamente pela luz do sol foi a causa do resplendor na aurora sobre o horizonte da Lua detectado pelos astronautas durante várias missões da era de Apollo nas décadas de 1960 e 1970.
"Às vezes nos surpreendemos quando começamos a falar de uma atmosfera lunar porque a maioria de nós aprendeu na escola que a Lua não tem atmosfera", comentou em uma teleconferência Sarah Noble, cientista do programa Ladee. "Existe, mas é muito, muito tênue", acrescentou.
"Uma atmosfera tênue como a da Lua pode ser mais comum no sistema solar do que pensávamos", explicou em entrevista coletiva John Grunsfeld, administrador para ciência na agência.
"Um melhor conhecimento da atmosfera lunar poderia nos ajudar a entender melhor nosso diverso sistema solar e sua evolução", emendou.

Além do primeiro uso de um foguete Minotaur V, outras novidades desta missão são os primeiros testes de um sistema de comunicação por laser com alta taxa de transferência de dados, e o primeiro lançamento além da órbita terrestre desde a instalação de lançamentos da Nasa no litoral da Virgínia.
A Ladee é, além de um projeto com um custo de US$ 280 milhões, a primeira cápsula espacial projetada, desenvolvida, construída, montada e testada no Centro Ames de Pesquisa da Nasa em Moffett, Califórnia.
O Minotaur V é um míssil balístico proejtado para a Força Aérea que se transformou em veículo para lançamentos espaciais.
Aproximadamente um mês depois do lançamento, a Ladee iniciará sua fase de trabalho de 40 dias. Nos primeiros 30 dias a sonda fará tarefas muito acima da superfície da Lua, incluindo o teste do sistema de comunicação por laser.
Após isso, começa uma fase científica de 100 dias que recolherá dados usando três instrumentos para determinar a composição da atmosfera lunar e detectar a presença de pó em grande altitude.
A Lua tem o que os cientistas chamam de exosfera, isto é uma atmosfera tão tênue que suas moléculas individuais não atuam entre si. A Terra tem uma exosfera, mas localizada a centenas de quilômetros da superfície.
Na Lua, esta exosfera fica muito perto da superfície e isso a torna acessível para o estudo. O pó lunar, como o levantado pelos impactos, preocupa os cientistas porque pode prejudicar os sistemas em futuras naves, robôs exploradores e ainda as roupas dos astronautas.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Meteoro deixa quase mil feridos e causa pânico na Rússia
Cerca de 950 pessoas ficaram feridas em consequência de um meteoro que atravessou o céu sobre a Rússia nesta sexta-feira (15), lançando bolas de fogo na direção da Terra, quebrando janelas e acionando alarmes de carros, afirmou o governador da região de Cheliabinsk, Mikhail Yurevich, citado pela agência pública Ria Novosti.
"O número de feridos é de 950", declarou o governador. O balanço anterior era de mais de 500 feridos na região, muitos deles por estilhaços devido à quebra das janelas. Muitos feridos foram tratados por cortes superficiais e hematomas causados pelos vidros quebrados, afirmou a polícia local à agência RIA Novosti.
O trânsito pela manhã foi detido subitamente na cidade de Cheliabinsk, nos Urais, enquanto o meteoro queimava parcialmente em sua queda ao ingressar na camada inferior da atmosfera sobre a cidade, iluminando o céu, segundo imagens exibidas pela televisão.
Os primeiros relatórios afirmaram que uma parte do meteorito caiu a 80 km da cidade de Satki, que fica 100 km ao oeste do centro regional, mas isto não foi confirmado oficialmente.
"Este meteorito foi um objeto bastante grande com uma massa de várias dúzias de toneladas", calculou o astrônomo russo Serguei Smirnov, do Observatório Pulkovo, em uma entrevista ao canal Russia 24.

Janelas de um centro esportivo ficaram destruídas após a passagem de um meteoro nos Montes Urais (Foto: Reuters)
O objeto atravessou o horizonte, deixando um longo rastro branco em seu caminho que podia ser visto a até 200 quilômetros de distância, em Yekaterinburgo. Alarmes de carros soaram, janelas quebraram e telefones celulares tiveram o funcionamento afetado pelo incidente.
"Eu estava dirigindo para o trabalho, estava bem escuro, mas de repente veio um clarão como se fosse dia", disse Viktor Prokofiev, de 36 anos, morador de Yekaterinburgo, nos Montes Urais. "Me senti como se estivesse ficado cego pela luz", acrescentou.
Não foram relatadas mortes em consequência do meteoro, mas o presidente Vladimir Putin, que nesta sexta recebe ministros da Fazenda dos países do G20, e o primeiro-ministro Dmitry Medvedev foram notificados sobre os acontecimentos.
Não há informações sobre a relação da queda do meteorito com a passagem, nesta sexta, de um asteroide de 50 metros de comprimento a 27.700 km acima da superfície da Terra. A distância é menor do que a órbita dos s
A agência espacial americana Nasa divulgou nota afirmando que não há relação entre o meteoro na Rússia nesta sexta-feira (15) e o asteroide 2012 DA14, que passou perto da Terra nesta sexta.
Segundo os cientistas americanos, as análises do meteoro ainda são preliminares, mas o sentido em que ocorreu a queda é oposto ao da viagem do asteroide: os vídeos do meteoro mostram ele passando da esquerda para a direita do sol nascente, o que significa que voava do norte para o sul. O asteroide, por sua vez, tem trajetória sul-norte, destaca a agência dos EUA. Isso faz com que sejam objetos "completamente não relacionados", afirma a Nasa.
Alguns veículos da imprensa chegaram a informar que uma chuva de meteoritos teria caído sobre os Urais.
"Não foi uma chuva de meteoritos, mas um meteorito que se desintegrou nas camadas baixas da atmosfera", disse à agência "Interfax" a porta-voz do Ministério para Situações de Emergência da Rússia, Elena Smirnij.
Elena acrescentou que a onda expansiva provocada pela queda do corpo celeste quebrou as janelas de "algumas casas na região".
O ministério das Situações de Emergência disse que os níveis de radiação na região não mudaram e que 20 mil socorristas foram enviados para ajudar os feridos e localizar os que precisam de ajuda.
Fonte: G1
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
ESA divulga imagem de Vênus se comportando como um cometa
Observações espaciais revelam a influencia dos ventos solares sobre a atmosfera do nosso vizinho.

( Fonte da imagem: ESA )
De acordo com a ESA — agência espacial europeia —, a imagem que você acabou de ver acima não mostra um cometa gigante viajando pelo Universo. Na verdade, a ilustração revela o comportamento da ionosfera de Vênus durante um período com ventos solares de baixa pressão.
Segundo a agência, ao contrário da ionosfera da Terra, que se mantém relativamente estável devido ao forte campo magnético do nosso planeta, em Vênus — que não possui um campo magnético — essa região da atmosfera tem o seu formato e densidade determinados através da influência dos ventos solares.
Planeta-cometa
Contudo, a extensão dessa influência era pouco conhecida até agora, e graças às observações realizadas pela sonda Venus Express, os pesquisadores conseguiram avaliar o que acontece com a atmosfera de um planeta que não apresenta campo magnético. Durante as observações que resultaram na imagem divulgada, a densidade dos ventos solares era 50 vezes menor do que o normal, permanecendo dessa forma por 18 horas seguidas.
A ionosfera com formato de cauda de cometa começou a se formar entre 30 e 60 minutos após a diminuição da pressão dos ventos solares, e depois de um intervalo equivalente a dois dias terrestres, a ionosfera já contava com o dobro do tamanho do raio de Vênus. Assim, de acordo com os cientistas, as observações revelaram que até mesmo os períodos de pouca atividade solar são capazes de influenciar fortemente os nossos planetas vizinhos.
Fonte: ESA, MegaCurioso
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Deep Space Industries é a segunda empresa a se voltar para a mineração de asteroides
A Deep Space Industries, empresa americana focada na mineração espacial, anunciou no dia (22) que vai lançar, a partir de 2015, pequenas sondas espaciais para explorar os minerais e outros recursos encontrados nos asteroides em nosso Sistema Solar situados entre as órbitas de Marte e Júpiter.
A empresa acredita que os humanos estão prontos para começar a colher recursos do espaço para o uso no espaço em missões espaciais e para aumentar a riqueza e prosperidade das pessoas na Terra.
Por tanto sua missão é localizar, explorar, coletar e utilizar o vasto número de asteroides presentes do cinturão de asteroides do Sistema Solar.







Concepção de assentamento humano espacial conectado a asteroide para fornecimento de recursos básicos
A estratégia da Deep Space Industries é ser práticos e criativos, dando passos pequenos mas contínuos. As sondas exploratórias que eles devem enviar serão econômicas e criadas com elementos em miniatura de satélites existentes.
Elas vão ser enviadas ao espaço a um preço acessível, pegando carona em lançadores de missões maiores usados para transportar astronautas ou grandes satélites de comunicação.
Com esses planos a Deep Space Industries está começando a buscar investidores e clientes para suas atuações. E também está trabalhando junto à Nasa e outras entidades para descobrir os primeiros asteroides mais promissores para a exploração de minerais.
Os planos deles são lançar sondas pequenas de até 25 kg em 2015 e a partir de 2016 enviar sondar mais pesadas de 32 kg capazes de contatar os asteroides e iniciar a análise no local.
A recém-lançada Deep Space Industries é a segunda empresa a se voltar para a prospecção e exploração de minerais presentes em asteroides. A primeira foi a Planetary Resources, criada em abril de 2012 pelo presidente da Google, Larry Page, e pelo cineasta James Cameron.
Fonte: FolhaOnline
Japão lança foguete com satélites de vigilância de alta tecnologia
Instrumentos detectam objetos em Terra, mesmo entre nuvens ou de noite.
Detalhamento permite observar objetos de até 40 cm na Terra
O lançamento aconteceu como tinham programado a Agência Aeroespacial japonesa (JAXA) e o fabricante aeroespacial Mitsubishi Heavy Industries, que participa deste tipo de operações desde que estas foram privatizadas em 2007.
O satélite com radar é capaz de detectar objetos em terra inclusive durante a noite ou através de uma camada de nuvens, enquanto que o óptico é projetado para mostrar uma maior resolução e é supostamente capaz de distinguir objetos de até 40 centímetros em terra, segundo 'Kyodo'.
O H-2A é o principal modelo de foguete de lançamento do Japão, construído em sua totalidade com tecnologia nacional, e já fez 20 lançamentos desde sua estreia em 2001.
O Japão começou a pôr em órbita satélites-espiões em 2003, cinco anos depois que a Coreia do Norte realizou seus primeiros lançamentos de mísseis.

Foguete japonês é lançado com dois satélites de alta tecnologia. Objetos de até 40 cm na Terra poderão ser observados do espaço (Foto: JIJI PRESS / AFP)
Telescópio faz imagens que revelam como o Sol armazena e libera energia
Equipamento capta 1ª evidência clara de transferência energética no astro.
Missão de R$ 10 milhões foi lançada em julho do ano passado pela Nasa.
Os pesquisadores visualizaram esse fenômeno em imagens de alta resolução feitas pelo telescópio Hi-C, que desde julho do ano passado tem analisado como a principal estrela do nosso sistema armazena e libera energia. Ao todo, a missão custou cerca de R$ 10 milhões.

Região solar ativa é vista em detalhes por telescópio que estuda como o astro libera energia (Foto: Nasa)
Segundo o principal autor do projeto, Jonathan Cirtain, os cientistas têm tentado há décadas entender como a atmosfera dinâmica do Sol se aquece a milhões de graus – as temperaturas registradas desta vez variaram entre 2 e 4 milhões de graus Celsius.
O telescópio de 210 kg e três metros de comprimento voou por cerca de 10 minutos e capturou 165 imagens de uma grande região em atividade na coroa solar. O Hi-C conseguiu captar uma mancha ativa e alguns detalhes que podem ajudar a compreender como o astro gera continuamente uma grande quantidade de energia para aquecer sua camada mais externa.
Muitas das estrelas no Universo têm campos magnéticos. E a evolução desses campos é usada para explicar as emissões e eventuais erupções do Sol. Além disso, entender esse processo ajuda a desvendar como todas as estrelas magnetizadas evoluem.
De acordo com os astrônomos, essas observações também podem melhorar as previsões do clima espacial, já que o campo magnético do Sol impulsiona as explosões dele, e essas erupções, por sua vez, atingem a atmosfera da Terra e afetam as operações de satélites de comunicação e navegação na órbita do nosso planeta.
Fonte: G1
sábado, 5 de janeiro de 2013
Jipe Curiosity acha solo marciano semelhante ao do Havaí
O jipe-robô Curiosity, enviado a Marte pela NASA, descobriu que o solo do planeta vermelho apresenta grande semelhança com a areia vulcânica do Havaí, relataram hoje cientistas da agência americana.
O jipe-robô usou a técnica de difração de raios-x para obter a estrutura atômica de cristais do solo marciano.
Curiosity revelou que os grãos de areia de Marte possuem cristais similares ao solo basáltico encontrado em regiões vulcânicas, como o Havaí.
Segundo os cientistas, as informações sobre o solo marciano ajudarão a descobrir se o planeta mais parecido com a Terra no Sistema Solar pode possuir vida microbiana.
Especificamente, eles querem entender que condições permitiram que tais minerais se formassem no planeta.
"O interesse não é só acadêmico", diz David Vaniman, cientista do projeto Curiosity. "Os solos das superfícies dos planetas são um reflexo da história deles, com informações sobre o clima passado e presente"

Imagem mostra solo marciano escavado pelo jipe-robô Curiosity
Fonte: FolhaOnline
Planeta gêmeo da Terra pode ser descoberto em 2013
Cientistas apostam que exoplanetas habitáveis pela raça humana devem finalmente ser encontrados.

(Fonte da imagem: Reprodução/NASA)
Já faz alguns anos que os astrônomos de todo o mundo estão encontrando exoplanetas espalhados pelas galáxias — um exoplaneta é um planeta que não faz parte do Sistema Solar. Mas até agora nenhum dos encontrados possui características que permitam a sobrevivência de vida humana neles — alguns são muito quentes e outros muito frios, apenas para citar dois exemplos.
Mas cientistas da Universidade da Califórnia, Berkeley (Estados Unidos) afirmam que em 2013 os resultados devem ser bem diferentes. Os pesquisadores afirmaram ao Space que “Os primeiros planetas com dimensões, órbita e fluxo de estrela incidente capazes de abrigar vida devem ser anunciados em 2013”. Ou seja, espera-se a divulgação da descoberta de um planeta gêmeo da Terra.
Uma das principais ferramentas nesse processo deve ser o HARPS (High Accuracy Radial velocity Planet Searcher), que já foi responsável pela localização de outros corpos celestes. Pesquisadores da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido) dizem que devem existir mais de 5 milhões de planetas habitáveis em todo o universo. Será que encontraremos novas casas para os seres humanos?
Sonda da Nasa flagra erupção solar com 20 vezes o diâmetro da Terra
Evento ocorreu no dia 31 de dezembro e teve duração de quatro horas.
Fenômeno se estendeu por mais de 257 mil quilômetros fora do Sol.
Uma sonda da agência espacial americana (Nasa) captou uma erupção solar de "pequenas proporções" com 20 vezes o diâmetro da Terra. O evento ocorreu nesta segunda-feira (31) e durou quatro horas.
Abaixo, aparece uma imagem em escala do nosso planeta, para dar uma noção do tamanho da erupção solar, que se estendeu por mais de 257 mil quilômetros além do Sol.

Erupção solar registrada na segunda é comparada acima ao tamanho da Terra (Foto: Nasa/SDO/Steele Hill)
Como identificou a sonda Solar Dynamics Observatory em luz ultravioleta extrema, forças magnéticas impulsionaram o fluxo de plasma do Sol, mas sem força suficiente para vencer a gravidade, razão pela qual a maioria do plasma caiu novamente sobre a estrela.
Fonte: G1
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Crânios deformados são achados em cemitério de mil anos no México
Sítio arqueológico fica no norte do país, segundo instituto.
Cientista diz que deformação intencional pode ter matado indígenas.

Crânio deformado de uma das ossadas. (Foto: INAH/Divulgação)
Um cemitério de cerca de mil anos de idade foi encontrado perto do povoado de Onavas, no norte do México, segundo informações do Instituto Nacional de Antropologia e História do país divulgadas na última semana. Ali estavam enterradas 25 pessoas, 13 delas com deformações cranianas.
Cinco dos corpos também tinham mutilações dentárias. Este tipo de intervenção nunca tinha sido encontrada nessa região mexicana. Apenas um dos esqueletos recuperados era de mulher.
Os arqueólogos responsáveis pelo achado destacaram que o sítio tem características únicas por misturar elementos de diferentes culturas do norte do país. Cristina Garcia, da Universidade Estadual do Arizona, nos EUA, responsável pela exploração do sítio, explicou que a deformação de crânios era uma prática dos povos mesoamericanos para diferenciar determinados grupos de pessoas na sociedade.
Dos 25 corpos analisados, 17 eram de menores de idade – entre 5 meses e 16 anos. Oito são de adultos. Cristina Garcia afirmou que o fato de haver crianças pode ser um sinal de que elas morreram justamente por causa da prática de deformação craniana, que teria apertado demais sua cabeça. Esta dedução poderia ser feita, segundo a pesquisadora, porque a análise feita pelos arqueólogos não encontrou outro motivo, como alguma doença, para que tivessem morrido.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Tempestades em redemoinho são vistas por sonda da Nasa em Saturno
Cassini registrou formação de nuvens no polo norte nesta terça-feira (27).
Fenômeno se parece com encontrado há 6 anos no extremo sul do planeta.

Tempestade no norte de Saturno foi vista com lente estreita (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute)
A sonda espacial Cassini, da Nasa, registrou nuvens de tempestade em redemoinho no polo norte de Saturno. As imagens foram captadas por uma lente grande angular e outra estreita nesta terça-feira (27), a uma distância de cerca de 400 mil quilômetros do planeta dos anéis.
Esse fenômeno é parecido com o que a Cassini já encontrou no polo sul de Saturno, há seis anos.
A sonda já tinha visto tempestades no extremo norte do planeta, mas apenas por meio de raios infravermelhos, e não em luz visível, pois a região estava em total escuridão. Com a mudança das estações, o Sol começou a iluminar o local e foi possível fazer as fotos.
A missão Cassini-Huygens é um projeto de cooperação entre a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana (ASI). As duas câmeras a bordo da sonda foram projetadas, desenvolvidas e montadas no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em Pasadena, na Califórnia. A equipe que trabalha com as imagens fica no Instituto de Ciência Espacial em Boulder, no Colorado.

Redemoinho no planeta foi registrado com grande angular (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute)
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
EUA planejavam detonar bomba atômica na Lua durante a Guerra Fria
De acordo com jornais britânicos, os Estados Unidos desejavam demonstrar seu poder de fogo com explosões nucleares no solo lunar.

A explosão deveria intimidar a União Soviética durante a Guerra Fria (Fonte da imagem: Reprodução/The Sun)
Segundo reportagem publicada pelo jornal The Telegraph, os americanos planejavam explodir bombas atômicas na Lua como forma de intimidar a União Soviética durante a Guerra Fria. De acordo com o físico Leonard Reiffe, que teria participado do "Projeto A119", como era conhecido, esse plano daria aos Estados Unidos o ânimo que precisavam depois de terem visto os adversários colocarem em órbita o primeiro satélite artificial do mundo, em 1957.
Já o jornal The Sun alega que, para a realização desse plano, os EUA usariam uma bomba atômica, pois a bomba de hidrogênio seria pesada demais. Entre as pessoas que colaboraram com cálculos avaliados pelo governo americano estava o astrônomo Carl Sagan que, na época, era bastante jovem.
Os militares abandonaram essa ideia, que deveria ter acontecido em 1959, por temer os efeitos colaterais que a Terra poderia sofrer no caso de algo dar errado. Os documentos secretos que comprovam a existência do plano foram mantidos em segredo por quase 45 anos e os EUA nunca confirmaram formalmente o seu envolvimento nesse estudo.
Em vez de explodir bombas na Lua, o país resolveu, então, apostar na corrida espacial contra a União Soviética, o que levou os Estados Unidos a enviarem o primeiro ser humano para a Lua, em julho de 1969.
Fonte: The Telegraph, The Sun
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Curiosity pode ter encontrado dados sobre Marte que vão entrar para a História
NASA ainda está estudando o que foi achado para não transmitir informações falsas.

Uma das primeiras imagens capturadas pela sonda. (Fonte da imagem: Reprodução/TheGuardian)
Com a chegada da Curiosity a Marte, muitos fãs e aficionados por aliens ficaram ansiosos para saber o que seria descoberto. Passado algum tempo, a maioria dessas pessoas ficou bastante decepcionada, afinal de contas, nada de espantoso foi achado.
Apesar desse trabalho “monótono”, os sensores da Curiosity toparam com algo que está deixando os cientistas da NASA muito animados. Segundo John Grotzinger, que é o principal pesquisador na análise das informações da sonda, esses novos dados têm grandes chances de entrar para os livros de História.
Contudo, a agência espacial não confirma e nem divulga nenhum fato concreto, pois ela não quer se arriscar a divulgar algo que não seja verdade, já que isso tiraria o crédito de resultados futuros que viessem da Curiosity.
Talvez exista vida em Marte
Segundo Grotzinger, o robô encontrou traços de metano em uma amostra de ar marciano — e essa substância, pelo menos na Terra, é produzida por seres vivos. No entanto, os cientistas vão levar algumas semanas pesquisando essa informação, porque é necessário saber se a sonda não carregou o gás até Marte, o que iria “adulterar” as análises.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
NASA planeja estabelecer base espacial na face oculta da Lua

(Fonte da imagem: Thinkstock)
Depois de um jejum de quase quarenta anos, parece que a NASA está disposta a enviar astronautas à Lua. De acordo com uma notícia publicada pelo site SPACE.com, a agência espacial pretende criar uma base espacial habitada em um determinado ponto do satélite no qual ocorre a libração — movimento que faz com que a Lua revele parte de sua face oculta.
Segundo a publicação, a NASA têm planos de enviar uma missão a um asteroide que se encontra próximo à Terra em 2025, e depois partir para as proximidades de Marte em 2030. A ideia seria a de estabelecer uma base de operações na Lua para que os astronautas possam utilizá-la como apoio, além de servir para que a agência possa aprender mais sobre o suporte aos humanos no espaço e, inclusive, realizar explorações na própria superfície do satélite.
Além da criação da base lunar, a NASA também está trabalhando no desenvolvimento de um novo foguete — o Space Launch System ou SLS — e de uma capsula tripulada chamada Orion, que serão utilizados nas missões que serão enviadas ao asteroide e às redondezas do Planeta Vermelho.
Fonte: SPACE.com, c|net
domingo, 4 de novembro de 2012
Suposto UFO no vulcão Popocatepetl pode ser somente um meteoro

( Imagem do vulcão Popocatepetl )
Causou nova polêmica um vídeo, gravado durante recente erupção do vulcão Popocatepelt. Esse cume se localiza entre os estados mexicanos de Puebla, México e Morelos, e tem 5426 m de altitude. No vídeo, um objeto cilíndrico brilhante pode ser observado em trajetória descendente, e alguns sugerem ser um tipo de nave que mergulhou na cratera. Outros ainda arriscam-se a apontar as dimensões do suposto UFO em 1 km de comprimento por 200 m de diâmetro.
Toni Inajar, Conselheiro Especial da Revista UFO, apontou assim como outros membros da Equipe um fato óbvio: o tal objeto não causa qualquer efeito no vulcão, especialmente uma explosão ou sequer respingos de lava. Qualquer objeto mergulhando em um meio líquido como esse causa o deslocamento de uma massa igual a sua própria. Sequer a fumaça foi afetada pela rápida passagem do objeto, o que torna ainda mais absurda a alegação quanto a suas imensas dimensões.
Mais tarde surgiram novas informações, especialmente no que concerne a câmera responsável pela filmagem. O aparelho faz parte de uma estação de monitoramento do Popocatepetl situada em um vulcão vizinho, o Iztaccíhuatl, e que inclusive é parte da infraestrutura da rede de televisão Televisa. Detalhe extremamente importante é que a câmera toma uma imagem do vulcão a cada 30 segundos, e não a cada 1 minuto como alegou o site Cenapred, onde a polêmica começou.
Com esse grande tempo de exposição, as imagens do vulcão se tornam mais espetaculares, e como consequência, qualquer objeto movendo-se em velocidade apareceria com o formato de um bastão. No vídeo do alegado UFO cilíndrico, aparecem na verdade três capturas, com aproximadamente 30 segundos entre cada imagem. Portanto, o vídeo do objeto foi montado com essas 3 imagens comprimidas em um tempo bem menor.

( Imagem do provável meteoro, que desintegrou-se sem tocar o solo )
Essas informações comprovam ser as alegadas dimensões imensas do objeto completamente falsas, resultado de ilusão de ótica. Inajar comentou que provavelmente se trata da captura fortuita de um meteoro, que caiu atrás do vulcão a partir do ponto de vista da câmera, e não um UFO. Ele, que é perito em análise de imagens, também observa que o longo tempo de exposição amplifica a luminosidade de qualquer objeto, fenômeno que é usado para estudar as imagens e a atividade do vulcão. Esse mesmo efeito amplificou a velocidade aparente do meteoro, que por suas dimensões deve ter provavelmente se queimado completamente na atmosfera, sem atingir o solo.
sábado, 3 de novembro de 2012
Como são formados os furacões?

(Fonte da imagem: National Ocean Service)
Os furacões são as tempestades mais fortes e violentas da Terra. Se por um lado eles são fenômenos naturais curiosos e — diriam alguns — bonitos, eles também causam grande destruição e até mesmo mortes por onde passam. Recentemente, o furacão Sandy chegou à costa leste dos Estados Unidos e deixou milhares de pessoas desabrigadas e sem energia elétrica e até mesmo inundou os túneis do metrô de Nova York.
Mas como os furacões se formam?
Os furacões se formam de maneira semelhante às chuvas, ou seja, com a evaporação de uma massa de água aquecida pelo sol. Entretanto, eles diferem no tamanho e na região em que acontecem: o ar quente que forma os furacões vem dos oceanos próximos à Linha do Equador, famosos por suas águas quentes (acima de 27 ºC) e ventos tranquilos.
Assim, o ar aquecido sobe do oceano para o céu, deixando a região próxima à superfície do mar com menos pressão. Isso faz com que o ar frio ao redor daquela área, que possui uma pressão maior, invada o espaço recém-desocupado. Com isso, o ar frio também acaba se aquecendo e, consequentemente, subindo aos céus em movimentos circulares.

Ar quente dos oceanos sobe e altera a pressão atmosférica da região (Fonte da imagem: NASA)
À medida que o ar quente sobe, o ar ao seu redor continua ocupando o espaço de baixa pressão. No céu, o ar quente esfria e, junto com a água que ele contém, transforma-se em nuvem. Assim, um sistema completo de nuvens e ar em movimento acaba se formando, sempre alimentado pelo calor do oceano e pela água que evapora da superfície.
Na terra, o furacão perde forças
Quando essa tempestade começa a girar cada vez mais rapidamente, acaba sendo criado o que ficou conhecido por “olho do furacão”, uma espécie de espaço bastante calmo localizado bem no meio da tempestade. Essa região possui pressão atmosférica baixa e, portanto, o ar com pressão maior tende a subir e a descer por esse "canal".
Quando os ventos formados no sistema descrito acima atingem a velocidade de 62 km/h, o fenômeno natural é considerado uma tempestade tropical. Porém, se a força da tempestade aumenta e os ventos atingem 120 km/h, a tempestade se transforma em um ciclone tropical.
Seja qual for o caso, o fenômeno tende a perder forças assim que atinge o solo terrestre, já que não possui mais uma grande massa de água quente alimentando-o.
Furacão, tufão, ciclone ou tornado?
Há uma razão muito simples para confundir furacões com tufões ou ciclones: no fundo, são todos o mesmo fenômeno natural, porém o nome muda de acordo com o local onde ele se forma.
Se as tempestades ocorrem no oceano Atlântico ou no nordeste do Pacífico, elas recebem o nome de furacão. Caso o mesmo fenômeno seja constatado no noroeste do Pacífico, ele passa a ser considerado um tufão. Se ocorrer no Pacífico Sul ou no Oceano Índico, é chamado de ciclone.

Mapa mostra onde se formam ciclones, furacões (hurricanes) e tufões (typhoons) (Fonte da imagem: NASA)
Já os tornados diferem de todos os outros por se formarem no continente, ou seja, em terra firme, e costumam ser menores que os furacões. Enquanto Sandy tinha 1,5 mil km de diâmetro, os tornados costumam ter de 500 a 600 metros, porém podem ser bem mais destrutivos do que os equivalentes formados em alto-mar.
Fonte: NASA, National Ocean Service
sábado, 20 de outubro de 2012
Os mais rápidos do mundo
O homem tem uma paixão natural pela velocidade e sempre tenta, cada dia mais, chegar as velocidades descomunais, muitas vezes apenas por puro divertimento. Com a idéia de descobrir as coisas e os seres mais rápidos de nosso mundo, fizemos essa ótima lista:
1 - O homem mais rápido do mundo
2 - Carro mais rápido do mundo
3 - Animal terrestre mais rápido
4 - Computador mais rápido
5 - Animal aquático mais rápido
6 - Trem mais rápido
7 - Submarino mais rápido
8 - Avião tripulado mais veloz
9 - Helicóptero mais rápido
10 - Vento mais rápido registrado
11 - Pássaro mais rápido do mundo
12 - Veículo espacial mais rápido
13 - A coisa mais rápida do universo