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sábado, 5 de janeiro de 2013

Planeta gêmeo da Terra pode ser descoberto em 2013

Cientistas apostam que exoplanetas habitáveis pela raça humana devem finalmente ser encontrados.

(Fonte da imagem: Reprodução/NASA)

Já faz alguns anos que os astrônomos de todo o mundo estão encontrando exoplanetas espalhados pelas galáxias — um exoplaneta é um planeta que não faz parte do Sistema Solar. Mas até agora nenhum dos encontrados possui características que permitam a sobrevivência de vida humana neles — alguns são muito quentes e outros muito frios, apenas para citar dois exemplos.

Mas cientistas da Universidade da Califórnia, Berkeley (Estados Unidos) afirmam que em 2013 os resultados devem ser bem diferentes. Os pesquisadores afirmaram ao Space que “Os primeiros planetas com dimensões, órbita e fluxo de estrela incidente capazes de abrigar vida devem ser anunciados em 2013”. Ou seja, espera-se a divulgação da descoberta de um planeta gêmeo da Terra.

Uma das principais ferramentas nesse processo deve ser o HARPS (High Accuracy Radial velocity Planet Searcher), que já foi responsável pela localização de outros corpos celestes. Pesquisadores da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido) dizem que devem existir mais de 5 milhões de planetas habitáveis em todo o universo. Será que encontraremos novas casas para os seres humanos?

Fonte: Space, SlashGear


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Norte do Paraguai possui fósseis dos primeiros animais com esqueleto que já existiram

O Paraguai tem uma região que tem sido considerada como uma verdadeira “mina de ouro da paleontologia”.

Nos arredores de Puerto Vallemí, um povoado com 9 mil moradores no norte do País, o geólogo brasileiro Lucas Warren explorou as escavações de uma fábrica de cimento e, nelas, descobriu pequenas estruturas alongadas, que medem cerca de 1 cm de comprimento e são muito semelhantes a minhocas. Essas pequenas marcas nas rochas que hoje são estudadas no Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP) são extremamente raras e encontradas em poucas regiões do mundo, sendo fósseis dos primeiros seres vivos com esqueleto que surgiram no planeta Terra.
De acordo com a revista Pesquisa FAPESP, o geológo estima que esses animais viveram há 550 milhões de anos e, atualmente, o pesquisador Eric Tohver, que colabora com a pesquisa, tenta estimar a idade das rochas e dos fósseis de maneira mais precisa. Se a idade for confirmada, esses fósseis estarão entre os mais antigos do mundo, ao lado de outros encontrados na Namíbia e na China.

Espécies viviam ancoradas no fundo do mar
De acordo com o artigo, as formas de vida encontradas viviam no fundo mar, ancoradas em sedimentos de uma espécie de “tapete” de cianobactérias, responsáveis por transformar o gás carbônico da água em carbonato de cálcio, a matéria prima do esqueleto desses organismos.

A maior parte dos fósseis encontrados pertece a dois gêneros de animais: Corumbella e Cloudina. Os primeiros foram catalogados três décadas atrás e são encontrados em pouquíssimos lugares. Por enquanto, amostras desses organismos haviam sido recolhidas apenas em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, e na Califórnia, Estados Unidos. Os exemplares de Cloudinas teriam vivido em mais lugares, já tendo sido identificados em mais de 10 países.






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